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  • Advogado para Aposentadoria: Garanta um benefício justo!

    Advogado para Aposentadoria: Garanta um benefício justo!

    Escolher um bom advogado para a aposentadoria faz a diferença para conquistar um benefício justo. Muitas vezes, o INSS desconsidera valores, tempo de contribuição e, até mesmo, a condição de saúde da pessoa.

    Iniciar o processo com um advogado poupará tempo e evitará erros que podem comprometer o sucesso do seu pedido. Para isso, o especialista em Direito Previdenciário pode atuar junto à Previdência ou propor medidas na Justiça.

    Logo abaixo, apresentamos 5 vantagens de contratar um advogado para a aposentadoria. Continue a leitura!

    1. Antecipe a sua aposentadoria

    O advogado previdenciarista reunirá a documentação com todas as contribuições que você realizou ao INSS. Isso significa que valores que foram deixados de fora pela Previdência poderão ser comprovados.

    Em regra, a aposentadoria ocorre com idade mínima de:

    • 65 anos para homens;
    • 62 anos para mulheres.

    O período mínimo de contribuições é de 15 anos. Além disso, é preciso completar 180 recolhimentos para cumprir o prazo de carência.

    No entanto, o advogado especializado em aposentadoria pode, em muitos casos, antecipar esse período:

    • conferir as regras de pedágio da Previdência Social;
    • avaliar períodos de trabalho em atividades especiais;
    • revisar a documentação para incluir tempo de serviço;
    • verificar se houve exposição a agentes nocivos químicos, físicos ou biológicos.

    Um advogado para aposentadoria utilizará esses e outros instrumentos para buscar a antecipação de sua aposentadoria.

    2. Revise o resultado da perícia do INSS

    A perícia do INSS é uma etapa necessária para que a aposentadoria por invalidez seja concedida. Nos casos em que a incapacidade não é reconhecida, o advogado previdenciário pode buscar uma reavaliação na Justiça.

    Uma perícia judicial é mais completa. Os advogados podem formular perguntas decisivas para o profissional responsável e anexar documentos que auxiliem na comprovação da incapacidade.

    Caso a pessoa não tenha condições de arcar com as despesas do processo, existe a gratuidade de justiça. Com a comprovação de renda, não é necessário pagar a perícia judicial. Além disso, o advogado é remunerado com os pagamentos retroativos do benefício.

    3. Receba os benefícios vencidos

    O pagamento do benefício previdenciário conta com uma data específica prevista na legislação. Por exemplo, no caso da aposentadoria por invalidez, essa data é o momento do indeferimento do pedido.

    Ao realizar o pedido na Justiça, o advogado pode requerer não apenas os valores futuros e pendentes. Esse efeito retroativo, chamado de ex tunc, ressarce o contribuinte que não recebeu os valores no tempo devido.

    4. Evite as análises demoradas do INSS

    O INSS terá prazos específicos para analisar os benefícios. Após esse período, o interessado pode recorrer à Justiça, alegando a demora na análise.

    Ter o pedido acompanhado por um advogado acelera o processo. Tão logo a entidade atrase a análise do seu pedido, serão tomadas as devidas providências para defender os seus direitos.

    5. Deixe que um advogado para aposentadoria cuide de tudo

    O advogado para aposentadoria receberá uma procuração com poderes para atuar tanto no processo judicial quanto fora dele. Assim, você ficará tranquilo, enquanto o profissional cuida de tudo.

    Antes de realizar qualquer pedido na Justiça, é necessário que o requerimento seja feito na Previdência Social. Somente em caso de indeferimento ou demora excessiva, o pedido é levado para análise judicial.

    Por isso, antes de fazer o pedido, é importante buscar um advogado para aposentadoria. Você evitará a burocracia do INSS, e todas as medidas serão adotadas para conquistar um benefício justo.

    Para requerer sua aposentadoria em Nova Friburgo, entre em contato conosco pelo WhatsApp!

  • 2ª Via da Energisa: Entenda Como Emitir

    2ª Via da Energisa: Entenda Como Emitir

    A emissão da conta de luz pode ser feita com a obtenção da 2ª via da Energisa pela internet. Com ela, é possível pagar a fatura ou ter um comprovante de residência.

    Se o objetivo é o comprovante de residência, o documento deve conter todos os seus dados, como nome e endereço. Por isso, a fatura enviada por e-mail não pode ser utilizada.

    Neste conteúdo, explicamos como emitir a segunda via da conta de luz em Nova Friburgo. Explore o nosso passo a passo!

    Como emitir a 2ª via da Energisa?

    A conta de luz pode ser emitida no site da Energisa Nova Friburgo. Após indicar o estado (unidade da federação, UF), você será redirecionado para a página principal da concessionária.

    1. Faça o login com o seu CPF

    Ao abrir a agência virtual da Energisa, o CPF é necessário para acessar os serviços.

    Tela de abertura da agência virtual para emitir 2ª Via da Energisa. Ela demostra um campo para exigir o CPF ou CNPJ. Abaixo, haverá um botão "entrar".

    Também é possível utilizar o atendimento presencial no centro de Nova Friburgo. Porém, o processo mais simples é a retirada da 2ª via da Energisa pela internet.

    2. Confirme ou crie o seu cadastro

    A Energisa Nova Friburgo exige a confirmação por telefone ou email. Caso seja o primeiro acesso, será preciso realizar o cadastro. Lembre-se de que o CPF ou CNPJ utilizado deve ser o do titular da conta de luz.

    Dica para  economizar na conta de luz e ser mais sustentável. A dica é usar uma lâmpada de luz solar.

    3. Acesse o menu de faturas da Energisa 

    A segunda via da Energisa estará na página principal:

    Demonstração de como é a tela de emissão da 2ª Via da Energisa. Existe a lista de faturas à esquerda com o botão para baixar o documento à direita.

    Clique em baixar a 2ª via para acessar a conta de luz Energisa em PDF.

    Como emitir a 2ª via da Energisa em nome de outra pessoa?

    O acesso à página inicial da Energisa permite imprimir boletos em nome de outras pessoas. Após a solicitação, o titular da conta receberá um e-mail para autorizar o pedido, possibilitando a emissão do documento.

    Essa opção é positiva para quem mora em casas de aluguel. É possível pagar a conta e evitar a suspensão do serviço.

    Como comprovar residência sem conta de luz?

    Muitas vezes, a conta de luz do consumidor está na titularidade de terceiros. Faturas de água, telefone e internet são os substitutos imediatos para esse documento.

    Alternativamente, a comprovação pode ser feita com uma declaração escrita do titular da conta. Esse documento, no caso do processo judicial, deve ser acompanhado da identidade do declarante.

    Outro cuidado é usar apenas documentos recentes como comprovante de residência. A justiça federal, onde estão as demandas do INSS, aceita contas de luz de até 6 meses. Já a justiça estadual, onde correm as demandas de família e consumidor, exige o documento dos últimos 3 meses.

    Para evitar dificuldades, o mais recomendado é mudar a titularidade da conta de luz. Isso garante a emissão da 2ª via da Energisa pela internet, sem dores de cabeça.

    Gostou? Compartilhe o conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas aprendam a emitir a segunda vida da Energisa!

    Em resumo

    Como imprimir o boleto da Energisa?

    Os passos para emitir o boleto da Energisa são:

    • acesse a agência virtual;
    • abra a página com o CPF ou CNPJ;
    • procure a lista de faturas;
    • baixe a fatura no botão à direita do boleto.

  • Direito de arrependimento: prazo de 7 dias!

    Direito de arrependimento: prazo de 7 dias!

    O direito de arrependimento protege o consumidor, concedendo 7 dias para desistir da compra a distância. O benefício vale para compras fora do local de comércio do fornecedor. Negócios por catálogo, por telefone e pela internet são exemplos.

    Em 2023, o Consumidor Gov registrou cerca de 129 mil reclamações sobre atraso, retenção ou não devolução de valores pagos. Com isso, esse tema do comércio eletrônico correspondeu a 9,3% dos casos apresentados na plataforma.

    Neste conteúdo, abordamos tudo o que você precisa saber sobre o direito de arrependimento. Entenda em que casos você pode devolver um produto e pegar o dinheiro de volta!

    1. O que é direito de 7 dias de arrependimento?
    2. Quando você pode devolver um produto e pegar o dinheiro de volta?
    3. Quando não se aplica o direito de arrependimento?
    4. Como calcular os 7 dias de arrependimento?
    5. Como exercer os 7 dias para devolução pela internet?
    6. Quais são os outros casos de direito de arrependimento?
    7. Quais são as consequências para o descumprimento dos 7 dias?
    8. Resumo
    9. O que é Direito de Arrependimento?
    10. Existem os 7 dias de devolução nas lojas físicas?
    11. Como contar o prazo de reflexão do art. 49 do CDC?

    O que é direito de 7 dias de arrependimento?

    O direito de arrependimento é um prazo de reflexão previsto no CDC para compras fora do local de comércio. Ele oferece 7 dias para devolução a contar da sua assinatura ou do produto ser entregue.

    Para exercer o arrependimento, você não precisa apresentar nenhuma justificativa, desde que esteja dentro do prazo. Além disso, os custos com reenvio do produto ficam a cargo do vendedor.

    O art. 49 do Código de Defesa do Consumidor exige apenas a compra fora do estabelecimento comercial. Não há restrições por tipos de produtos, serviços e ambientes em que ela pode acontecer.

    As relações de consumo no comércio eletrônico, portanto, estão amplamente protegidas. Você pode desistir do contrato, bastando informar sobre o desejo de exercer o arrependimento. Se estiver no prazo de 7 dias, o rompimento é obrigatório e gratuito.

    Quando você pode devolver um produto e pegar o dinheiro de volta?

    O prazo de reflexão de 7 dias é válido para compras fora do estabelecimento comercial.

    Compras online

    No caso dos e-commerces, o prazo de reflexão começará a correr na entrega do produto. Ademais, a devolução ocorre sem custos para o consumidor.

    As compras por catálogo ocorrem quando você recebe o portfólio para contratação, sem acesso ao produto.

    Compras por telefone

    As contratações por telefone também admitem os 7 dias para devolução. Um exemplo é a oferta de crédito ao consumidor. Os cartões e empréstimos solicitados fora do banco podem ser cancelados.

    Visita doméstica

    Outro caso comum são os vendedores que se dirigem à casa dos consumidores para oferecer produtos. Se o consumidor não tem acesso à solução no momento da compra, também é possível desistir do contrato.

    Quando não se aplica o direito de arrependimento?

    O direito de arrependimento não se aplica para as compras realizadas em loja física. Essa regra vale quando o consumidor tem acesso efetivo à mercadoria.

    Se, por exemplo, a pessoa se dirige até a loja, e a compra é concluída com um catálogo online, permanece a regra dos 7 dias para devolução. Por isso, consulte um advogado em caso de dúvidas para conhecer os seus direitos.

    Como calcular os 7 dias de arrependimento?

    A contagem do prazo de 7 dias ocorre em dias corridos. A regra está prevista no art. 132 do Código Civil:

    Diagrama Direito de Arrependimento: como contar os 7 dias de arrependimento

Art. 132. Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento.

Passo 1 - exclua o dia da entrega;
Passo 2 - pule feriados;
Passo 3 - conte o último dia.

    Art. 132. Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento.

    Se, por exemplo, o produto foi entregue em 01 de setembro, a contagem começa pelo dia 02 e terminará no dia 08:

    • início do prazo: 01;
    • dias de prazo: 02, 03, 04, 05, 06, 07 e 08;
    • último dia do prazo: 08;
    • direito caducou: 09.

    Além disso, existe uma regra específica para o caso de feriado:

    § 1º Se o dia do vencimento cair em feriado, considerar-se-á prorrogado o prazo até o seguinte dia útil.

    Imagine, por exemplo, que o prazo começasse no dia 31 de agosto. Ao cair no dia 07 de setembro (feriado de Independência), o último dia seria prorrogado para 08 de setembro.

    Como exercer os 7 dias para devolução pela internet?

    Para devolver produtos adquiridos em 7 dias, o consumidor deve observar o passo a passo previsto no Decreto nº 7.962/2013. Nele, encontramos um detalhamento das regras do Código de Defesa do Consumidor.

    Consulte as informações disponíveis no site

    O Art. 5º do Decreto nº 7.962/2013 prevê o direito de informação sobre o arrependimento. As lojas virtuais devem apontar de forma clara e ostensiva esse possibilidade.

    Caso não haja um caminho para devolver produtos adquiridos em 7 dias, faça a captura de tela para produzir provas.

    Entre em contato pela plataforma de compras utilizada

    A ferramenta utilizada pela contratação e devolução devem ser iguais. Por exemplo, se você comprou em uma loja virtual, o fornecedor não pode obrigar a devolução em um estabelecimento físico.

    Entenda as consequências do pedido

    Exercer o direito de arrependimento significa abrir mão dos negócios apoiados na operação principal. Por exemplo, ao abrir mão de um produto, também estamos rescindindo uma eventual garantia estendida dele.

    Aguarde a comunicação à sua instituição financeira

    Após o pedido, o comércio virtual precisa informar à desistência da compra para a instituição financeira responsável. São elas a administradora do cartão de crédito ou banco em que foi realizado o débito em conta.

    A prioridade é se antecipar ao lançamento do valor na fatura, embora possa ser necessário realizar o estorno. Em ambos os casos, o descumprimento pode caracterizar uma cobrança indevida.

    Guarde o protocolo de atendimento

    Após a solicitação, o fornecedor é obrigado a enviar um comprovante com a data em que do pedido de arrependimento. Geralmente, isso é feito com um protocolo de atendimento.

    Quais são os outros casos de direito de arrependimento?

    O Direito de Arrependimento previsto no art. 49 do Código de Defesa do Consumidor não é o único existente na legislação. Além de as pessoas poderem estipular esse direito contrato, ele pode ser derivado da concessão de sinal.

    O sinal, conhecido como arras, é a entrega de um bem móvel ou de dinheiro para confirmação de um contrato. É possível estipular a possibilidade de desistir do contrato, ficando o sinal como indenização única pelos prejuízos causados.

    Geralmente, o valor do sinal corresponde de 10% a 25% do contrato.

    Quais são as consequências para o descumprimento dos 7 dias?

    Há diferentes medidas para enfrentar o descumprimento dos 7 dias para devolução.

    Anulação de cláusula contratual

    Os contratos que removem o direito de arrependimento podem ter essa cláusula anulada pela justiça:

    Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: I – subtraiam ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga, nos casos previstos neste código;

    Muitas vezes, os fornecedores afirmam que a política de trocas e devoluções não prevê o arrependimento. Porém, como retira um reembolso previsto em lei, esses termos não têm validade na justiça.

    Punições previstas no art. 56 do CDC

    O fornecedor que descumpre o direito de arrependimento pode sofrer também consequências administrativas, inclusive, pelo Procon. Essas punições estão previstas no art. 56 do CDC, tais como intervenção administrativa, imposição de contrapropaganda e multa.

    Indenização por dano moral

    O consumidor pode ser indenizado pelos danos causados. Entre eles, é possível demonstrar a perda de tempo útil, tentando resolver sem sucesso a divergência com o fornecedor.

    APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZATÓRIA. PREJUDICIAL DE DECADÊNCIA AFASTADA. ARTIGO 27 DO CDC. COMPRA REALIZADA PELA INTERNET. DIREITO DE ARREPENDIMENTO EXERCIDO NO PRAZO PREVISTO NO ARTIGO 49 DO CDC. RECUSA DA RÉ EM ACEITAR A DEVOLUÇÃO DO PRODUTO. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. PARTE RÉ QUE NÃO SE DESINCUMBIU DO ALEGADO, NOS TERMOS DO ARTIGO 373, II, DO CPC. DEVOLUÇÃO DA QUANTIA PAGA. DANO MORAL CONFIGURADO. PERDA DO TEMPO ÚTIL. VERBA INDENIZATÓRIA FIXADA EM R$ 4.000,00 (QUATRO MIL REAIS). PRECEDENTES. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. RECURSO DESPROVIDO.

    (TJ-RJ – APL: 00082125120188190203, Relator: Des(a). JDS ISABELA PESSANHA CHAGAS, Data de Julgamento: 19/05/2021, VIGÉSIMA QUINTA C MARA CÍVEL, Data de Publicação: 20/05/2021)

    O prejuízo pode ser fundamentado, ainda, na frustração gerada pela conduta do fornecedor:

    • privação de recursos financeiro;
    • abalo no crédito.

    Após o prazo para atender aos 7 dias de arrependimento, a manutenção das compras na fatura pode ser considerada uma cobrança indevida. Por isso, é importante tomar todos os cuidados para reunir as provas, evitando ficar desmuniciado em caso de violações das obrigações legais.

    Igualmente, a recusa em cessar a cobrança de parcelas e a negativação indevida são possíveis fundamentos para compensações financeiras.

    Em resumo, o direito de 7 dias de arrependimento permite que você verifique se o produto cumpriu a oferta. Muitos estabelecimentos desrespeitam esse direito, e as consequências podem ser graves.

    Navegue pelo blog para conhecer outros direitos do consumidor e evitar prejuízos nas suas compras online!

    Resumo

    O que é Direito de Arrependimento?

    O direito de arrependimento, previsto no art. 49 do CDC, é o período de reflexão em que o consumidor pode desistir de uma compra ou contrato. Ele pode ser exercido a partir de 7 dias da contratação ou recebimento. Sua aplicação ocorre apenas nas compras fora do estabelecimento comercial, como os negócios fechados por telefone, catálogo e internet.

    Existem os 7 dias de devolução nas lojas físicas?

    Nas lojas físicas, o direito de arrependimento não é aplicado. Vale, nesse caso, o que ficar acordado entre consumidor e fornecedor.

    Como contar o prazo de reflexão do art. 49 do CDC?

    O prazo começa a valer da entrega ou contratação do produto. São excluídos os feriados e finais de semana quando forem o primeiro ou o último dia do período de reflexão.

  • Diário Oficial de Nova Friburgo: acesse gratuitamente!

    Diário Oficial de Nova Friburgo: acesse gratuitamente!

    O Diário Oficial de Nova Friburgo é a publicação dos atos praticados pelo município. Nele, consultamos os decretos, convocações de concursos e licitações, entre outras normas da gestão pública local.

    Atualmente, a prefeitura municipal de Nova Friburgo (PMNF) disponibiliza o diário oficial eletrônico. Por isso, você não precisa mais adquirir uma versão física para consultar as informações desejadas.

    Neste conteúdo, explicamos o que é e como acessar esse documento. Continue a leitura!

    O que é o Diário Oficial?

    O Diário Oficial é o periódico em que as entidades públicas informam atos, leis e decisões à população. Esse documento é essencial para que as normas sejam aplicáveis às pessoas.

    Em Nova Friburgo, existem duas publicações relevantes:

    • Diário Oficial de Nova Friburgo;
    • Diário Oficial do Poder Legislativo de Nova Friburgo.

    Esses periódicos apresentam, respectivamente, os atos praticados pelo Prefeito Municipal e pela Câmara dos Vereadores.

    Como acessar o Diário Oficial de Nova Friburgo?

    O Diário Oficial de Nova Friburgo está hospedado na “Dionet”. Ele reúne os atos praticados relevantes para o município.

    Informações que estão presentes no Diário Municipal:

    • alvarás;
    • convênios;
    • concursos;
    • leilões;
    • licitações;
    • servidores públicos.

    Como acessar o Diário Oficial do Poder Legislativo de Nova Friburgo?

    O Diário Oficial do Poder Legislativo de Nova Friburgo está disponível no “site da Câmara de Vereadores”. Nesse periódico, encontramos as leis municipais e atos de gestão da câmara, como nomeação e exoneração de assessores parlamentares.

    Para que serve a publicação no Diário Oficial?

    As publicações no Diário Oficial são um requisito para que as normas tenham validade. Por exemplo, imagine que o prefeito de Nova Friburgo emite um decreto mudando as regras para um alvará. Os novos procedimentos só valem a partir do dia em que constaram no periódico municipal.

    O Diário Oficial é uma ferramenta para as entidades públicas atenderem ao princípio da publicidade. Como o cidadão é o destinatário das atividades públicas, as medidas dos governos, legisladores e juízes devem ser amplamente divulgadas. Assim, as pessoas podem fiscalizar a atuação.

    Início do período de aplicação das leis e atos

    A publicação determina o momento em que uma norma, nomeação, ato da gestão pública etc. gera obrigações e direitos para as pessoas. Existem atos que não precisam ser publicados, como os protegidos por sigilo legal. Contudo, a regra é que só existe força obrigatória após sair no diário oficial.

    Nomeações do concurso público de Nova Friburgo

    O Diário Oficial de Nova Friburgo é o local para acompanhar as nomeações do concurso público de 2023. Entre 08/02/24 e 09/07/24, já foram publicadas 22 editais convocando candidatos aprovados para assumirem os cargos na prefeitura.

    A lista completa está disponível no site da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo.

    Notificação extrajudicial

    As publicações podem ser utilizadas para informar as pessoas sobre atos que precisam ser praticados. Um exemplo é notificar o espólio sobre a desapropriação de um imóvel, quando não se sabe quem é o administrador.

    Crédito suplementar

    Outra utilização comum é a abertura de crédito suplementar. Trata-se de um procedimento para que o orçamento público seja complementado, devido às receitas previstas anteriormente não serem suficientes.

    Como consultar decisões judiciais no Diário Oficial?

    Os municípios não contam com um Poder Judiciário próprio. As decisões judiciais relevantes para os moradores são tomadas principalmente por:

    • Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro;
    • Tribunal Regional do Trabalho;
    • Tribunal Regional Federal.

    As publicações de decisões desses órgãos não são publicadas no Diário Oficial de Nova Friburgo, mas em seu periódicos próprios.

    Que horas saí o diário oficial de Nova Friburgo?

    As publicações são realizadas na madrugada via sistema eletrônico. Em Nova Friburgo, é comum as edições serem lançadas de segunda à sábado.

    Há dois tipos de edição do diário municipal:

    • ordinário — faz a divulgação diária de atos já planejados;
    • extraordinário — emitida para publicações urgentes ou imprevistas.

    O Diário Oficial de Nova Friburgo, portanto, é fundamental para que as pessoas conheçam as leis e atos municipais. Trata-se de um passo obrigatório para a validade de nomeações de concursos, decretos e licitações.

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  • O que é mediação de conflitos? Descubra de um vez por todas!

    O que é mediação de conflitos? Descubra de um vez por todas!

    A mediação de conflitos é um método de solução de disputas no qual um terceiro imparcial facilita a comunicação entre as partes. Assim, os litigantes podem colaborar de maneira mais efetiva para pacificar suas disputas.

    Esse método tornou-se parte do cotidiano jurídico com a edição do art. 334 do CPC. O código introduziu a audiência de conciliação e mediação como etapa prévia à apresentação da defesa no procedimento comum. Portanto, os profissionais do Direito precisam compreender como funcionam essas abordagens.

    Neste conteúdo, respondemos às principais dúvidas sobre a mediação de conflitos. Continue a leitura e entenda o assunto de uma vez por todas!

    O que é mediação de conflitos?

    A mediação de conflitos consiste na facilitação da comunicação entre pessoas por um terceiro imparcial. O mediador remove barreiras ao diálogo e estimula o entendimento, criando as condições para que as partes abordem a disputa de forma clara e produtiva.

    Esse procedimento faz parte dos métodos autocompositivos. Tal abordagem possibilita que os próprios envolvidos encontrem a solução para o caso, e o mediador atua apenas como facilitador do diálogo. Por isso, difere do processo judicial, no qual o juiz assume o poder de decisão.

    Qual é a legislação sobre mediação de conflitos?

    A legislação sobre mediação de conflitos inclui o Código de Processo Civil e a Lei de Mediação. A compreensão dessas normas deve ocorrer a partir da teoria do diálogo das fontes, combinando-as para proporcionar uma solução adequada para o caso concreto.

    Conflito entre normas: Lei de Mediação e CPC

    A tese sobre o conflito entre a Lei de Mediação e o CPC nasce com a vigência da norma específica antes da implementação do novo código. Isso gerou incertezas sobre a prevalência do critério cronológico ou da especialidade.

    Sob o critério cronológico, o CPC entrou em vigor em 18 de março de 2016. Nesse período, a Lei de Mediação já estava em vigor desde 29 de junho de 2015, logo, seria revogada pelo vigência da legislação processual.

    Já o critério da especialidade favoreceria a Lei de Mediação, considerando que trata especificamente do tema. Uma discussão possível seria o CPC ter esgotado a matéria em questão, que é uma exceção ao princípio da especialidade.

    De todo modo, a solução encontrada foi a manutenção de ambas as normas com base no diálogo das fontes. Dessa forma, o CPC preenche as lacunas existentes na Lei de Mediação, e vice-versa, criando um regime jurídico mais completo para disciplinar o tema.

    Quais são os tipos de mediação de conflitos?

    A mediação de conflitos pode ser judicial ou extrajudicial. A mediação judicial ocorre no âmbito do processo, enquanto a extrajudicial é caracterizada pela atuação independente da jurisdição.

    Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSC’s

    O CEJUSC é o órgão do poder judiciário que contém os profissionais especializados em mediação, conciliação e outros métodos de solução consensual. Atualmente, o art. 334, § 1º, do CPC determina a atuação obrigatória desses profissionais na audiência prévia de conciliação e mediação.

    Câmaras de Mediação

    As câmaras de mediação realizam a mediação extrajudicial. Embora sejam realizadas fora do processo judicial, os acordos firmados nas câmaras contam com força executiva, conforme o art. 20, parágrafo único, da Lei de Mediação.

    Como funciona uma mediação de conflitos?

    A mediação de conflitos é conduzida por um terceiro imparcial com formação específica na área. Durante o processo, são aplicadas técnicas interdisciplinares para facilitar o diálogo entre as partes, proporcionando oportunidades para expressarem suas opiniões e negociarem os assuntos em disputa.

    Recepção das partes

    As partes são recebidas em um ambiente previamente organizado, onde são perguntadas sobre suas preferências quanto à forma de serem chamadas. Nesse momento, é opcional a presença de seus advogados.

    Declaração de abertura

    A fase inicial consiste em explicar às partes as regras, características e objetivos do procedimento. Essa etapa termina com a manifestação do interesse em prosseguir ou abandonar o procedimento. Importante destacar que os mediadores não informam ao magistrado sobre quem desistiu do procedimento, garantindo a voluntariedade do processo.

    Pré-mediação

    A declaração de abertura pode ser realizada em uma sessão separada, chamada pré-mediação. Após a adesão das partes, o atendimento pode será reagendado para um novo dia, em que efetivamente ocorrerá o início dos trabalhos.

    Alguns casos mantêm os mesmos mediadores, enquanto outros adotam a substituição dos responsáveis pelo atendimento inicial.

    Reunião de informações

    Após a declaração de abertura, as partes têm a oportunidade de falar, começando por quem buscou o procedimento. Durante essa fase, há regras para não interromper os envolvidos, e os diálogos devem ser respeitosos. Geralmente, as partes recebem papel e caneta para realizar anotações, contribuindo quando for sua vez de falar.

    Pauta de mediação

    O mediador é responsável por definir a pauta de mediação, anotando as questões, interesses e necessidades das partes. Essas questões não se limitam apenas à discussão jurídica, abrangendo conflitos relacionados à convivência entre os envolvidos.

    Esclarecimento das controvérsias

    A pauta de mediação é seguida, permitindo que as partes esclareçam os pontos e expressem seus pontos de vista. O mediador gerencia o procedimento e aplica técnicas para facilitar a comunicação, garantindo que as verdadeiras questões, interesses e necessidades sejam abordados.

    Negociação da solução

    Após compreenderem os aspectos envolvidos, a mediação pode retornar à busca de resoluções para o conflito. Embora o acordo não seja o objetivo central da mediação, pode resultar do trabalho realizado.

    Mediação facilitadora e avaliativa

    A mediação geralmente adota uma postura mais facilitadora, sem valoração das propostas de acordo pelo mediador. Contudo, em alguns procedimentos, o modelo escolhido é o avaliativo, com o mediador debatendo o que foi apresentado pelas partes para auxiliar na construção de um acordo.

    Termo de compromisso

    O resultado da mediação é documentado. Na mediação judicial, é enviado um ofício padronizado ao magistrado indicando apenas o sucesso ou insucesso em alcançar um acordo. Em caso de acordo, o termo de compromisso é elaborado, tornando-se título executivo.

    Quais são as principais técnicas de mediação de conflitos?

    Os mediadores, profissionais capacitados para conduzir o processo de mediação de conflitos, utilizam uma variedade de técnicas para facilitar o diálogo e promover a resolução consensual. Abaixo, destacamos 11 técnicas essenciais!

    1. Escuta Ativa

    Envolve a atenção plena e a compreensão profunda das preocupações, adotando uma providências concretas para estar presente e ouvir os envolvidos.

    2. Silêncio

    O uso estratégico do silêncio permite momentos de reflexão e ajuda a criar um ambiente propício para que as partes expressem suas emoções e pensamentos de maneira mais clara.

    3. Comunicação Não Violenta

    A comunicação não violent promove uma expressão de sentimentos e necessidades de forma construtiva, buscando uma linguagem que minimize conflitos e maximize a compreensão mútua.

    4. Rapport

    O rapport é o estabelecimento de uma conexão positiva e de confiança entre o mediador e as partes, contribuindo para um ambiente colaborativo e receptivo.

    5. Parafraseamento

    Consiste em repetir, com palavras próprias, as informações expressas pelas partes, garantindo que foram compreendidas corretamente e demonstrando interesse genuíno.

    6. Caucos (Sessões Individuais)

    Aplicação em situações específicas, onde sessões individuais podem ser conduzidas para abordar questões particulares ou sensíveis, preservando a privacidade quando necessário.

    7. Brainstorming

    Estímulo à geração livre de ideias, promovendo a criatividade e a busca por soluções inovadoras que atendam às necessidades de ambas as partes.

    8. Resumo

    Síntese das principais informações e pontos discutidos, reforçando a compreensão mútua e ajudando na organização das ideias.

    9. Validação de Sentimentos

    Reconhecimento e legitimação das emoções expressas pelas partes, criando um ambiente de aceitação e compreensão emocional.

    10. Teste de Realidade

    Abordagem que visa alinhar as expectativas das partes com a realidade da situação, promovendo uma compreensão mais objetiva dos cenários possíveis.

    11. Enfoque Prospectivo

    Orientação para o futuro, incentivando as partes a visualizarem soluções e acordos que beneficiem ambas as partes, superando o foco exclusivo nos problemas passados.

    Qual é a diferença entre mediação, conciliação e arbitragem?

    A mediação é um procedimento de facilitação do diálogo entre as partes, enquanto a conciliação busca a aproximação para um acordo. Ambos se diferenciam da arbitragem pelo poder de decidir sobre o conflito permanecer nas mãos das partes, e não do terceiro imparcial que conduz o procedimento.

    No Código de Processo Civil, a mediação é indicada para processos em que existe relação prévia entre as partes. Por exemplo, sócios e familiares podem ser encaminhados para o procedimento.

    Por sua vez, a conciliação é indicada para casos em que não há histórico entre os envolvidos. Ações de acidente de trânsito e direito do consumidor são exemplos.

    Qual é o principal objetivo da mediação de conflitos?

    O principal objetivo da mediação é facilitar o diálogo. O acordo não é o foco, embora possa acontecer. Por exemplo, as pessoas podem concluir que a sentença judicial é o melhor caminho. Desde que haja uma verdadeira compreensão das questões, e não apenas uma estratégia de se opor à outra parte, o objetivo terá sido alcançado.

    Quais os princípios da mediação de conflitos?

    O processo de mediação segue os princípios previstos no art. 2 da Lei 13.140/2015:

    I – imparcialidade do mediador;

    II – isonomia entre as partes;

    III – oralidade;

    IV – informalidade;

    V – autonomia da vontade das partes;

    VI – busca do consenso;

    VII – confidencialidade;

    VIII – boa-fé.

    Qual é o papel do advogado na mediação de conflitos?

    Os advogados podem participar da mediação de conflitos. A presença dos profissionais serve de apoio as partes quando é necessário esclarecer pontos sobre os direitos em debate. Contudo, não é uma participação obrigatória, e o procedimento pode transcorrer apenas com os envolvidos.

    Quais são os benefícios da mediação de conflitos?

    A mediação de conflitos é reconhecida como equivalente jurisdicional, não sendo apenas uma alternativa para o processo. Isso se deve aos seus inúmeros benefícios:

    • tratar a raiz do conflito de interesses;
    • facilitar a solução consensual do conflito;
    • gerar economias com o processo para as partes e tribunais;
    • ser um processo mais ágil e menos burocrático;
    • adotar ferramentas multidisciplinares para solucionar o conflito;
    • melhorar a convivência entre partes em relações de longo prazo.

    A mediação de conflitos é um caminho para advogados e profissionais do Direito oferecerem novas abordagens para o cliente. Há diversas áreas em que ela pode ser aplicada, como Direito de Família e Direito Societário, auxiliando as partes a construírem soluções consensuais para os conflitos.

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    Sugestões de leitura:

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    • Comunicação não violenta – Nova edição: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Marshall B. Rosenberg. Confira na Amazon!